23 de ago de 2011

Je t'aime moi non plus

Entrou fácil, duro como pedra. Ela parecia surpresa, rebolava, gemia, mordia e arranhava. Subia, descia, mudava de lado, e gemia. Não se agüentava, agarrava com força, chupava com desejo, empunhava com prazer e gemia. Com os olhos fixos as pernas fracas, pedia mais. Mais fundo, mais forte, mais rapido, mais, mais, mais.

Ele atendia.

Tapas, arranhões, mordidas e gemidos. Sorrisos sacanas, palavras mais ainda. Ele apertava, mordiscava, puxava, chupava, arranhava, enfiava, batia, sorria e olhava.

Ela gemia.

Sentia o corpo satisfeito. Bebia tudo em uma só golada, como água do bebedouro da escola após a aula de educação física. Não desperdiçou uma gota sequer. Com as pernas bambas, os olhos moles, a mente e a libido satisfeitas se abraçaram. Dois corpos suados e completos.

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